Conto - "God's Mouth"

| quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 | |
Eu soprava e bufava baixinho enquanto olhava dentro da Boca de Deus.
Senti como se um grande Lobo Mal estivesse prestes a atacar os inocentes porquinhos que rapidamente refugiaram-se em suas casas improvisadas. Sorri com este pensamento e depois virei minha cabeça para procurar por Margaret.
Ela andou alguns metros abaixo da colina desde a entrada da caverna, segurava próximo ao seu delicado tronco um cajado.
“Anda logo!”, disse a ela. E tornei-me a olhar pra caverna, ainda rindo. Então avisto um sinal velho e enferrujado que dizia “Caverna Boca de Deus, “Afaste-se”!”. Velho clichê.

Margaret, finalmente chegou à entrada e ficou ao meu lado, estava praticamente sem fôlego. Olhei para baixo e sorri.
“Veja!” Eu ri. “Boca de Deus. Onde será o ânus de Jesus?” – eu ri de mim mesmo. Para Margaret foi menos divertido.
“Me dá a maldita garrafa d’água”, disse ela irritada. A garrafa aberta encontrou seus lábios, e por um momento senti-me pacífico ao observá-la bebendo água. Na verdade retiro o que disse. Quando falei pacífico, quis dizer que era um sentimento difícil de ser classificado. Eu poderia me contentar e dizer que foi um momento agradável, mas do jeito que foi dito soou mais natural, quando as palavras humanas faltaram. Eis mais um clichê, que foi bom para sentir-me feliz por um momento.
                 Suspirei e virei minha lanterna ligada. Apontei-a para a caverna. Negro. Boca de Deus. Esta parecia ser a antítese do Espírito Santo.
                Virei novamente para Margaret. “Você está pronta?”, perguntei. Ela por fim seguiu em frente. Disse sim com a cabeça. Estendi minha mão amigavelmente à ela e andamos pela Boca de Deus.
                O interior era diferente da previsão que eu havia vislumbrado. Escuro, sombrio, negro e infinito. Não importava para onde eu apontava a lanterna, esse escuro parecia estender-se infinitamente.
O terreno era rochoso, úmido e estendia-se por toda a caverna.
Conforme Margaret e eu nos aprofundávamos na Boca de Deus, mais a luz natural se desaparecia.
Estranhamente aquele mundo novo que surgia ao meu redor, tortuoso com suas estalagmites e estalactites, parecia suave e aconchegante.
Parecia que eu poderia deitar e ficar ali para sempre, entre os dentes pontiagudos de Deus. Era confortável.
Aparentemente Margaret não concordou. Ela tremia incômoda sob meu braço. Ergui minhas sombrancelhas.
“Quer seu casaco?” – perguntei. Tentei manter com ela uma comunicação verbal o mais explicita, até que percebi que estávamos perdidos na escuridão da Boca.
Mordi meus lábios e esperei, mas ela não respondeu. Por alguns minutos caminhamos em silencio. Ela parou e permaneceu imóvel. Parei também.
“Por que diabos estamos aqui mesmo?”, disse ela. Parecia irritada. Encolhi meus ombros, mais por mim mesmo, do que para agradá-la. Ela empurrou minha lanterna no meu rosto.
Lâminas de sombras obscureceram parte do meu rosto, a outra parte que ficara iluminada, parecia uma máscara infeliz. “Assustador!”. Chorei, rindo. Ela permaneceu imóvel.
Suspirei. “Pensei que você quisesse vir”, eu disse. Percebi que minha voz ecoava contra as paredes da caverna, em qualquer volume. “Quer dizer”, comecei de novo, coçando meu queixo, “ Você disse que queria ver a natureza nas nossas férias. E você pareceu ter ficado impressionada quando contei de minha visita a Mammoth Caves há um tempo atrás. Então...”. Minha voz sumiu. Ainda podia sentir sua irritação.
“Não”, ela disse. Fiz uma careta. “Não, você queria vir aqui. Eu queria ir para a praia ou algo assim. Mas nenhuma caverna. Uma caverna Nathan!”
Agora ela parecia mais o lobo Mal. ”Eu sei que você tem esse fetiche estranho por espeleologia e coisas do tipo, mas eu realmente não queria ser arrastada para uma caverna. Não me leve a mal, eu adoraria fazer uma viagem para entrar em contato com ar fresco, com a natureza, mas este...“ Eu podia percebê-la instável, fazendo com o braço no ar espesso da caverna. ”Esse é o ar da caverna e não o ar fresco. Este ar é quase uma fermentação! E isso não é ilegal? Nós podemos simplesmente ir?”
Estávamos nos dois ali. O único som que se podia ouvir era o de eletricidade, naquele ambiente úmido, o ar era asfixiante e abafado.
Finalmente comecei a andar. Não ouvia Margaret me seguir, mas continuei avançando.
“Nathan”, ela disse: “Pare. Por favor, pare”. Então parei. “Sinto muito”, disse ela novamente. Podia ouvi-la aproximando-se de mim. “Estou cansada, não estou acostumada a correr e escalar e tudo mais. Só estou cansada”.
“Tudo bem”, eu disse. Ela segurou meu braço. “Realmente. Está tudo bem”. Balancei a cabeça. “Qual é o caminho? Não me lembro”.
Senti Margaret pausar fisicamente. Nenhum dos dois conseguia se lembrar. De algum modo, na confusão de nossa argumentação, acabei esquecendo o caminho conforme nos movíamos.
Idiota, pensei comigo mesmo, deveria ter trazido uma corda ou outra coisa para marcar a trilha desde a entrada da caverna.
Tinha que tomar uma providência, assim, sem pensar muito, virei 180° graus e disse: “Este é o caminho”.
Caminhamos por horas pelo que parecia. Meus pés estavam cansados e doloridos, e eu podia ouvir os gemidos de Margaret atrás de mim. Ela segurou com força minha mão. Senti-me horrível. Era minha culpa.
Em seguida congelei. “Ei, Ei”, eu disse, “coloque sua mão, sente essa rocha”. Conseguia ouvir Margaret pressionar a pedra com sua mão desprotegida. “Não está anormalmente quente?” perguntei. Ela não disse nada.
Fui trilhando o caminho com a luz da lanterna e apalpando a parede.
De repente senti uma forte dor na cabeça, era o encontro do teto da Boca de Deus com meu escalpo.
“Ai! Merda!” gritei.
“Oh, Nick, você está bem?” perguntou Margaret. Ela parecia estar à beira do desespero.
“Estou bem”, respondi. “Fique calma, por favor. Vamos sair logo daqui, eu prometo”.
Comecei de novo, agora apontando a lanterna para cima, para visualizar o teto. Ele parecia ficar cada vez mais estreito. Isso era estranho.
“Escute, uh, Margaret, querida”, disse com os dentes cerrados, “Acho que temos que virar agora”. Margaret, ao meu lado, suspirou.
E novamente caminhamos uma digna extensão. Mantive minha lanterna o tempo todo apontada para o teto. Já estava suficientemente claro que a caverna tornava-se cada vez menor.
Se houvesse alguma luz na caverna, fora a da minha lanterna, Margaret com certeza veria o branco dos meus olhos que espelhava o pânico que eu sentia. Estávamos completamente perdidos. Soltei a mão de Margaret e comecei a sentir cada vez mais quente as paredes ao longo do caminho.
“Não, Nathan!” Ouvi seu pedido. Continuei. Tínhamos que sair. Ninguém seria capaz de nos encontrar se nos perdêssemos.
Continuei apalpando a parede, até que de repente bati minha cabeça em um canto. “Porra”, eu disse em voz alta.
“Margaret, aparentemente estamos num beco sem saída”. Virei sob meu calcanhar. “Margaret?” Nenhuma resposta. Merda.
Repeti meus passos anteriores, quase que correndo, para sentir através de meus dedos o funcionamento da parede. Fresco, rochas úmidas e dentes irregulares. Então me encontrei em um novo canto. “Merda, merda, merda”, gritei.
“Margaret”, eu chamava seu nome.
Ouvi um barulho no canto da caverna que por vezes me barrou. Havia um som abafado de estática de televisão. Então pressionei meu ouvido contra a pedra. Ela parecia ter ficado ainda mais quente. Escutei fracamente os sons de Margaret do outro lado da rocha. Ela gritava.
“Não, não”, eu disse. “Não, não, não, não, não”. Comecei a correr e a me debater contra as paredes. Pude concretizar ao amanhecer a onda de puro horror que me cercava. Não havia entrada. Não havia saída. Somente eu e quatro cantos.
Eu podia sentir o sangue começar a pingar do esbarrão que dei em uma das paredes da caverna. Eles estavam se aproximando. Vinham para me matar, logo estariam pressionando minha cabeça e esmagando minhas costelas.
Fiquei sentado lá por horas, esperando a morte. Minha lanterna estava fraca e piscando. Finalmente a parede rochosa pressionar suavemente minhas costas. Deite-me no chão e comecei a chorar. Deixei minha lanterna rolar nos pequenos montes de pedras
Ficou lá caída, tal como eu estava, lágrimas escorriam pelo meu rosto, virei e olhei para a lanterna.
Seu último feixe de luz estava desaparecendo e apontando algo muito longe do meu rosto. Eu olhava na escuridão. Arregalei meus olhos, senti as lágrimas diminuírem e deslizarem com dificuldade. As pedras agora perfuravam minha pele e o sangue escorria por todos os lados.
Lá na ultima luz, a minha lanterna, estava o aperitivo. Acenderam-se holofotes sobre a mão, cujas unhas estavam pintadas de vermelho, eu gritava agonizando, enquanto observava a Boca de Deus mascar sua última refeição.

Nota: retirado do site www.creepypasta.com e traduzido pela minha querida Ana Palma (muito obrigado ana! S2). A autoria é desconhecida.

58 comentários:

Brasil-Portugal Says:
10 de fevereiro de 2011 20:32

Boas parabéns pelo site visite o meu : )

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Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:33

Para alguém que lê um livro, você se mostra pouco culto, meu querido!

Carlos Alberto Says:
10 de fevereiro de 2011 20:34

essa historia entao ja eh antiga..

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T3 Says:
10 de fevereiro de 2011 20:34

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T3

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:35

tem um ali que se deu bem hein!

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:36

Alguém acredita realmente nisto!!! Pelo amor de Deus, será que sou tão burro por não ser crente nesta asneira, me perdoa, respeito quem tem sua opinião, mas vejam, só os famosos reencarnam, o Zezinho pé de chinelo, desencarnou em quem, Maria vai com as outras encarnou em quem????
me perdoa mesmo, é duro de entrar na cachollla!!!

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:38

Ridiculo isso, nao tem sentido algum, é um achometro, quem crê nisso com certeza quer se confortar com o que faz hoje, e quem ve sentido nisso, realmente tem que se tratar, porque pessoas assim nao tem inteligencia alguma, so absorve o que lhe e dito sem pestanejar nada.

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:38

que lindoo

bjs

Arieli Says:
10 de fevereiro de 2011 20:39

Que folfo! Adorei!! Criatividade é bom demais...


Beijos!

Rodrigo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:40

posso copiar no meu blog?

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:44

Ai meu Deus! Isso é coisa do demo! kkk  Sério! NÃO me deu vontade nenhuma de tomar café!

Raffa Says:
10 de fevereiro de 2011 20:45

ADUHSADUHASDUHSADUHSAUHDUHSDUHADUHASUHDASUHDSAD

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:47

Post legal mesmo esse...
5/5

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:47

kkkk
Rachei Rios....

Carlos Says:
10 de fevereiro de 2011 20:48

lixo! perdi meu tempo lendo esse blog falando asneira..

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:49

Meu deus!!!! que merda foi essa que eu acabei de ler.........
Muito curioso a indignação, que por sua vez vem acompanhada de muita hipocrisia.

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:50

Vai se tratar seu mané!
teu blog me dá nojo! Sem cultura!

Juan Says:
10 de fevereiro de 2011 20:52

O tempo não foi bom com eles kkk

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:53

Se fosse no Brasil,isso iria virar guerra. Pois aqui tudo dá em morte!

Nando Fofo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:54

Morre virgem e nao sabe pq!

Baiano Says:
10 de fevereiro de 2011 20:55

na minha terra isso se resolve na pexeira

Adolescentes Says:
10 de fevereiro de 2011 20:56

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Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 20:56

aff, pau no cu de quem falou que é idiotice! Mó legal a brincadeira

Twister Says:
10 de fevereiro de 2011 20:57

Divulgue seu site ou blog gratis nesse agregador de links http://www.okurioso.com

Jhonny Says:
10 de fevereiro de 2011 20:58

O mais idiota e qm publica...
Sem comentarios...

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:00

Meu DEUS!!! Q estória macabra Senhor. Qndo será q vai haver penas p/ esses bandidos???

Lety Says:
10 de fevereiro de 2011 21:01

tinha q ter pena de morte pra esse lunaticos

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:01

Eu fiko abismado com o q um ser hamano
pode fazer .
Dps dessa vejo q o brasil esta perdido.Mas ainda tem pessoa q ainda vazem a diferença .

Camila Says:
10 de fevereiro de 2011 21:02

Acompanhei essa historia tao chocante...Como o ser humano pode ser tao cruel? absurdo ;/
coitadinhos... pelo menos nao tao mais sofrendo :~

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:03

Triste? com certeza, mais nos fazemos isso com criancas de nossa especie, ainda mais com animais.
Sometimes, a deadly fate in 2012 would the salvation.

Lucas Says:
10 de fevereiro de 2011 21:04

Desculpas, por não medir palavras...
mais a emoção que senti foi mto forte...
espero que 1 desgraçado deste tenha o mesmo fim... quem sabe pior, MALDITO!

Melissa Says:
10 de fevereiro de 2011 21:04

aonde esse mundo vai parar? sem + cometarios...

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:05

pq nao atiraram uma bomba????

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:05

Aqui se faz, aqui se paga!

Nana Says:
10 de fevereiro de 2011 21:06

Tenho vontade de matar gente assim, muita vontade mesmo, sem arrependimento nenhum. Torturando muito

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:06

deixo aqui minha revolta....

sem mais

Felipe Says:
10 de fevereiro de 2011 21:07

Isso é um conto seus filhos da puta!!!

LEIAM ANTES DE FALAR MERDA!! CRENTES IDIOTAS!!!

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:08

Aew felipe
vai toma no cu xupa meu pal fpd!!

Rafaela Says:
10 de fevereiro de 2011 21:08

Putz, não há como conter as lágrimas.

Felipe Says:
10 de fevereiro de 2011 21:09

Ae o seu analfabeto do caralho, primeiro aprende a escrever dai voce comenta, cuzao, fica ai anonimo

vai dar o cu!!

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:09

Vou contar uma história a vcs;
eu estava num bar com amigos é tinha um cãozinho vira latas em baixo de uma mesa de cinuk sem mexer com nimguem!
então entrou um bebum pegou um taco de cinuk e bateu nas costas do cachorro, o pobre animal gritou bem alto. todos acharam ruim oque ele fez, mas nimguem fez nada. mas eu FIZ, deu um Sonoro soco no meio da cara daquele safado, ainda falei que se ele tocasse em outro cão eu o mataria!! sei que muita gente aprovou oque fiz, outros ñ. mas com certeza o bebum numca esquecerá
então eu digo, num paiz sem lei como o nosso as pessoas na certeza da impunidade, se ñ fizermos alguma coisa nimguem fará!
eu fiz minha parte e você teria coragem de fazer a SUA.
NÃO ESPERE EM DEUS OQUE VC MESMO PODE FAZER!!

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:10

VOCE ENFIA ESSE BLOG NO SEU CU PQ É UMA MERDA!!!

Q POST É ESSE????

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:11

Excelente!!! :D

Ghostfacers Says:
10 de fevereiro de 2011 21:12

trolls me fazem rir, e me deixam orgulhoso, sinal que o blog tá crescendo.

o sucesso vem com esse tipo de gente... infelizmente

Canibal Says:
10 de fevereiro de 2011 21:12

Procure "Holocausto Canibal"!!!
Foi filmado aqui no Brasil na década de 70, se não me engano, e causou muita polêmica na época (inclusive o diretor teve que provar que os atores estavam vivos)!!! HAHAHAHAHA.
Beijão!

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:14

nossa só falto tropa de eltie ai kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:15

nhai credu q istoria bizara vai tuma no cu seu mosntru

Que legal Says:
10 de fevereiro de 2011 21:15

eu não sabia mais coloquei umas parecidas no meu blog http://blogorealdatv.blogspot.com/

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:17

nossa que bosta de texto, perdi meu tempo!!


MORRA VERME INSOLENTE

Anônimo Says:
10 de fevereiro de 2011 21:21

Eu sei que você não assiste aquele lixo do BBB, eu também não, mas quando soube disso fiquei extremamente puto.

Veja: http://televisao.uol.com.br/bbb/bbb11/critica/mauricio-stycer/2011/02/09/a-arte-de-fabricar-um-triangulo-amoroso.htm

O Mauricio que tava pegando a Maria saiu da casa, aí ela imediatamente sentou na rola de outro cara. Aì o Maurício voltou por votação e não quis mais ela (mulher rodada e puta). E só porque ele não quis ela foi acusado de machista.
Ou seja, elas querem sentar em várias picas e depois saírem de vítima.
E já vi caras feministas defendendo ela. É triste.

Feminista! Says:
10 de fevereiro de 2011 21:22

Conheça meu blog e vamos lutar pelas mulheres

http://www.colectivofeminista.blogspot.com/

Rodrigo Says:
11 de fevereiro de 2011 14:13

posso copiar no meu blog?

acho que voce nao viu que eu perguntei! :)

Ghostfacers Says:
11 de fevereiro de 2011 14:19

pode, desde que dê os devidos créditos =)

Blogueiro Says:
11 de fevereiro de 2011 20:29

gostaria de saber o que o dono deste blog faz para ter tantos comentarios assim?
porra!!!

Anônimo Says:
11 de fevereiro de 2011 21:06

pq vc nao vende o blog?

Ghostfacers Says:
11 de fevereiro de 2011 21:25

Por quanto? 10 reais + 2 tickets alimentação?

hahaha =P

Anônimo Says:
25 de julho de 2011 17:54

Bando de panacas, isso é um conto, imbecis! Crentes fanáticos e ridículos! Sem cultura são vocês que, além de fanáticos (se vem deus escrito, já xingam), nunca escreveram nem uma receita de bolo na vida

Yuri Says:
25 de julho de 2011 17:59

hein cara, serio mesmo, nao desanime com ESSE troll, veja como é um cara só, no mesmo horário. Ressucite seu blog, não desanime porcausa de um babaca que não sabe nem escrever "receitas de bolo", continue cara, seu blog estava ótimo!

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